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Alexandrina e a Santa Cruz

 

É claro nos colóquios, abaixo citados, entre Jesus e Alexandrina, que a Cruz aparecida em Balasar, no ano de 1832, foi um sinal enviado por Deus. A cruz tem como simbolismo a vida e missão de Alexandrina que, à semelhança de Jesus, ofereceu o seu corpo e alma como vítima de expiação para a salvação das almas.

De facto, durante 4 anos, a Beata Alexandrina sofreu a Paixão de Jesus, sofreu a crucifixão como prova de sofrimento pelos pecadores.

 

No colóquio de 5 de dezembro de 1947, Jesus falou assim à Beata Alexandrina:
Jesus: «És a Minha vítima, a quem confiei a mais alta missão. E como prova disso atende bem ao que te digo para bem o saberes dizer.

Quase um século era passado que eu mandei a esta privilegiada freguesia a cruz para sinal da tua crucifixão. Não a mandei de rosas, porque a não tinha, eram só espinhos; nem de oiro, porque esse com pedras preciosas serias tu com as tuas virtudes, com o teu heroísmo a adorná-la. A cruz foi de terra, porque a mesma terra a preparou. Estava preparada a cruz; faltava a vítima, mas já nos planos divinos estava escolhida; foste tu. O mal aumentou, a onda dos crimes atingiu o seu auge, tinha que ser a vítima imolada; vieste, foi o mundo a crucificar-te.»

(Sentimentos da Alma; 05/12/1947)

 

 

Jesus: «Minha filha, mar de bonança, porto de salvação, mar de bonança e porto de salvação, porque o teu sofrimento, o teu martírio tudo abunda e as almas seguras neste porto de salvação vêm gozar de Mim para sempre, para sempre. Eu posso aumentar o teu sofrimento mais num ponto, suavizando outro. O que eu não posso é aumentar mais o teu martírio, porque atingiu o seu auge. A labareda do vício atingiu toda a altura, e a tua dor também. Enigmas divinos!...A tua vida é vida dos segresos do Senhor. Só à luz da eternidade será vista a luz clara do teu martírio e as almas que com ele foram salvas.

Há mais de um século que mostrei a cruz a esta terra amada, cruz que veio esperar a vítima. Tudo são provas de amor! Ó Balasar, se não correspondes!... Cruz de terra para a vítima que do nada foi tirada, vítima escolhida por Deus e que sempre existiu nos olhares de Deus! Vítima do mundo, mas tão enriquecida das riquezas celestes que ao Céu dá tudo e por amor às almas aceita tudo!»

(Sentimentos da Alma; 21/01/1955)

 

 

Alexandrina: «Sou a Vossa vítima. Bendita seja a cruz amada que me dais. São sei e não posso dizer mais nada.»

(Sentimentos da Alma; 28/12/1945)

 

 

Alexandrina: «Que peso o da minha cruz, mas quero-a, amo-a, amo-a para sempre.»

(Sentimentos da Alma; 05/05/1945)

 

 

Alexandrina: «Bendita cruz, bendito calvário, meu Jesus. Bendita a fonte, que preparastes para os pobrezinhos, Fazei Jesus, que ela esteja sempre aberta, sempre a correr em goande abundância.»

(Sentimentos da Alma; 22/02/1939)

 

 

Jesus: «Minha filha, estrela do mundo, luz que o ilumina, farol que o guia ao Meu Divino Coração. Escuta, alegria dos Meus olhos Divinos; aceita os Meus Divinas braços, abraça com eles a cruz que te dou, abraça-a com as forças Divinas, já que as forças humanas não as tens. É cruz de amor para ti. Na tua vida de sofrimento está bem provado o amor com que te amo e o amor com que Me amas a Mim. Amo-te, tu amas-Me. És minha, és das almas. A cruz que te dou, é a cruz de mais alto valor para elas. Coragem, sempre firme nos braços do teu Jesus.»

(Sentimentos das Almas; 01/12/1945)

 

 

Jesus: «A tua dor, a tua cruz, não é só dor e cruz de salvação, mas é dor e cruz de amor. Que grande colheita de almas para mim dá a tua vida.»

(Sentimentos da Alma; 05/11/1948)

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