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Obras completas de Alexandrina Maria da Costa

Lançamento da Autobiografia

Aqui fazemos votos para que todos os escritos de Alexandrina sejam em breve publicados; só então será possível colher toda a beleza e riqueza do quadro que o amor de Deus nela nos deu”. Padre Humberto Pasquale, no livro “Alexandrina”.

No próximo dia 14 de junho, iremos celebrar outro marco histórico na vida da Beata Alexandrina: a publicação da sua Autobiografia. Esta Autobiografia insere-se num conjunto das Obras Completas de Alexandrina Maria da Costa, que estão a ser estudadas, com um rigor científico e credível, por um Teólogo, com formação em Teologia Mística, Dr. Alexandre Duarte Freire, Professor na Universidade Católica.

A sessão de lançamento será no Centro Regional da Universidade Católica, em Braga, no edifício da Rua de Santa Margarida, às 17h00. Presidirá o Sr. Arcebispo D. Jorge Ortiga.

Apesar do dia e da hora não serem os mais indicados para a presença das pessoas de Balasar, fica o convite para quem quiser participar no evento. Futuramente haverá outra sessão de lançamento da Autobiografia em Balasar com data a agendar.

Consideramos ser mais um marco histórico na vida de Alexandrina Maria da Costa. No dia 25 de abril de 2012 a Fundação Alexandrina de Balasar assinou um protocolo com a Universidade Católica Portuguesa, representada pelo sr. dr. João Duque, Presidente do Centro Regional de Braga da Universidade Católica, tendo como finalidade o estudo científico e publicação dos escritos de Alexandrina. Depois de um longo trabalho, iniciamos a publicação das obras completas de Alexandrina com o primeiro volume intitulado “Autobiografia”. Este volume da Autobiografia é acompanhado com um comentário pastoral. Vamos continuar com os estudos dos outros escritos, que serão publicados em vários volumes.

Interessante ler as palavras de Jesus a Alexandrina em abril de 1955. “Minha filha, é tão alta, tão sublime a tua loucura de amor por Jesus e pelas almas. São tão grandes, tão misteriosos os prodígios da vida divina operados em ti, na tua alma, que estes prodígios, esta vida divina, fica incompreendida quase para todos”.

 

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